1ª parte:
2ª parte:
terça-feira, junho 25, 2019
sábado, junho 22, 2019
Antevisão/Destaques: Programa 423
Emissão Especial: Nova Música Portuguesa
1ª parte:
2ª parte:
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
1ª parte:
Bom Marido | The Walks
Yagmar | The Ramblers
2ª parte:
Cosmic Mass | Booby Trap
Xutos & Pontapés | Destroyers Of All
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
sexta-feira, junho 21, 2019
quinta-feira, junho 20, 2019
Podcast: Paulo Antunes (Um Punk Chamado Ribas) Em Discurso Alternativo
Dados:
- Discurso Alternativo: Paulo Antunes (realizador do documentário Um Punk Chamado Ribas)
- Entrevista gravada a 17 de Maio de 2019
- Incluída no Programa 422 de 19 de Maio de 2019
sábado, junho 15, 2019
Antevisão/Destaques: Programa 422
- Emissão Especial: João Ribas (1965-2014)
- Discurso Alternativo: Paulo Antunes (Um Punk Chamado Ribas)
João Ribas
(Ku De Judas, Censurados, Tara Perdida)
Paulo Antunes
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
sexta-feira, junho 14, 2019
Nota: Fuzzil e Vahlak tocam hoje, no Cartaxo
Fuzzil e Vahlak sobem hoje ao palco do Centro Cultural do Cartaxo, em mais um evento com a marca das Cartaxo Sessions, marcado para esta noite.
Os Fuzzil vêm de Alcobaça e trazem ao Cartaxo dois EPs: Boiling Pot, a sua estreia lançada em 2015, e Molten π, de 2017, trabalho do qual foi retirado o single "Worms", para ver em baixo.
Já os Vahlak, banda do Cartaxo/Azambuja, trazem ao espaço cultural da cidade temas de um vindouro registo, tendo já apresentado alguns nas suas plataformas digitais.
O início dos concertos esta marcado para as 22h30, com todas as informações para consultar aqui.
quinta-feira, junho 13, 2019
Emissão Especial: João Ribas (1965-2014)
A próxima emissão do Ruído Alternativo está totalmente reservada à vida e obra de João Ribas, com uma entrevista a Paulo Antunes (realizador do documentário Um Punk Chamado Ribas) a pontuar esta nossa homenagem ao maior símbolo do punk nacional.
João Ribas morreu no dia 23 de Março de 2014, numa altura em que ainda não fazíamos emissões deste tipo nesta casa, mas, finalmente, é chegado o momento de fazer a devida vénia à obra deste músico.
João Ribas nasceu a 6 de Maio de 1965, em Lisboa, tendo perdido o pai com apenas 13 anos. No entanto, a sua mãe viria a ter um papel fundamental na cena punk nacional, sendo carinhosamente apelidada de "avó do punk português". Tal título deve-se ao facto do quarto de João Ribas, na casa da sua mãe, em Alvalade, ter sido o berço de todos os projectos de Ribas e até de outras bandas de amigos.
Nessa famosa divisão, de um certo apartamento em Alvalade, os Ku De Judas deram os primeiros passos em 1982, sendo uma banda do então ainda jovem punk rock português. Rodaram bastante em palco e construíram boa reputação, mas chegaram ao fim em 1988, sem que tenham registado qualquer música em estúdio (embora tenham entrado numa compilação com música ao vivo gravada no Rock Rendez-Vous, em 1985).
Nesse mesmo ano nasciam os Censurados, quarteto composto por Ribas, Samuel Palitos, Frederico Valssassina e Orlando Cohen, que gravaram três discos de estúdio e romperam pelo mainstream nacional com força. O fim chegou em 1994, depois de inúmeros concertos, aparições na televisão e de construírem uma base de fãs que destroçaram com a notícia do fim. Ainda assim, houve espaço para uma tournée de reunião, em 1999, e mais algumas reuniões parciais ao longo dos anos.
Em 1995, João Ribas fundou os Tara Perdida, banda que se manteve em actividade após a sua morte, e é o seu projecto mais reconhecido pelas gerações mais jovens. Contribuíram para esse facto seis álbuns sob a batuta de Ribas e uma série de canções que se tornaram hinos para uma geração. Pelo meio, o músico ainda esteve na banda de tributo aos Ramones - Kamones - e na génese dos Osso Ruído, tendo ainda participado na obra de outros artistas, para além de ter criado um festival de promoção às novas bandas punk nacionais.
O fim chegou de forma algo inesperada, a 23 de Março de 2014, com João Ribas a sucumbir a uma infecção pulmonar, após 20 dias de internamento no hospital de Santa Maria. As homenagens estendem-se até aos dias de hoje, sejam sob a forma de documentário ou com o seu nome imortalizado num jardim lisboeta, em Alvalade, facto que demonstra o carinho que o público sentia por esta figura ímpar da música nacional.
O próximo Ruído Alternativo traz, finalmente, a merecida homenagem ao maior nome do punk rock nacional, numa emissão a não perder!
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Discurso Alternativo: Paulo Antunes (Um Punk Chamado Ribas)
No passado dia 17 de Maio o Ruído Alternativo foi ao encontro de Paulo Antunes, realizador do documentário Um Punk Chamado Ribas, para falar um pouco acerca do processo de criação do mesmo. O propósito foi a segunda exibição da fita, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, pela mão do Cineclube de Santarém, pouco depois da sua estreia no festival de cinema Indie Lisboa (a 6 de Maio, aquando do 54.º aniversário do homenageado).
A entrevista completa a Paulo Antunes ouve-se este Domingo, na Tejo FM - numa emissão totalmente dedicada à carreira de João Ribas, símbolo maior do punk nacional.
Paulo Antunes, realizador do documentário Um Punk Chamado Ribas (Facebook)
[Foto: Diana Mendes-Gerador]
Paulo Antunes tem 31 anos e é natural da vila de Pontével (concelho do Cartaxo), tendo no currículo um licenciatura em estudos artísticos na Universidade do Algarve e um mestrado com especialização em cinema na Universidade Nova de Lisboa. A ideia para o documentário Um Punk Chamado Ribas nasceu há alguns anos atrás, ainda com o músico em vida, em 2012/2013, numa semana académica em Faro, e a peça acabou por servir de trabalho de final de curso.
No final da exibição de Um Punk Chamado Ribas no Teatro Sá da Bandeira (Santarém), o Ruído Alternativo falou com Paulo Antunes, na Incubadora de Artes de Santarém (um dos espaços que serviu de abrigo à edição/produção do documentário), acerca do longo caminho deste projecto, do seu amor pelo punk rock, da vida de João Ribas e de outros tópicos relacionados com a curta carreira deste jovem realizador.
Esta entrevista pode ser ouvida no programa desta semana: Domingo, 16 de Junho, a partir das 22h nos 102.9 FM para o Ribatejo ou na emissão online para todo o mundo em tejoradiojornal.pt.
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Na próxima semana publicamos o podcast desta entrevista completa, sem cortes nem intervalos, aqui no blog em Discurso Alternativo.
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Deixamos, em baixo, o trailer deste documentário que naturalmente recordamos.
segunda-feira, junho 10, 2019
sábado, junho 08, 2019
Antevisão/Destaques: Programa 421
1ª parte:
2ª parte:
Tara Perdida | Moonshade
Galo Cant'às Duas | The Lazy Faithful
Prana | The CityZens
2ª parte:
Fuzzil | New Mecanica
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
quinta-feira, junho 06, 2019
Emissão Especial: Nova Música Portuguesa (2019/7)
- Barbante
- Caio
- Carne Pa Canhão
- Daniel Catarino
- Flak
- Fuzzil
- Galo Cant'às Duas
- Godvlad
- João Bispo
- Mercic
- Moonlit Align
- Moonshade
- New Mecanica
- Orangotango
- Palas
- Papaya
- Prana
- Quartoquarto
- Remeo
- Tara Perdida
- The Cityzens
- The Lazy Faithful
- Tiago Vilhena
- Tio Rex
- Trovador Falcão
- Vahlak.
segunda-feira, junho 03, 2019
sábado, junho 01, 2019
Antevisão/Destaques: Programa 420
- Actualidade.
Cassete Pirata | The Mystery Lights
Big Thief | Spiral Stairs
2ª parte:
Bush | Torche
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
sexta-feira, maio 31, 2019
Nota: Dalai Lume tocam amanhã no Barley's (Cartaxo)
O bar Barley's, no Cartaxo, comemora amanhã quatro anos de vida com música ao vivo. Está agendada a actuação da banda Dalai Lume, com a animação do resto da noite a cargo de Nuno Rodrigues (W.A.K.O. e Pântano) em modo DJ Set.
Os Dalai Lume são uma banda nascida em 2006 no epicentro do punk lisboeta, o bairro de Alvalade. Zorb e Oregos são os membros que se mantêm na formação desta banda com ligações aos Tara Perdida que conta com dois LPs lançados - Para Manter A Chama Viva de 2009 e Sentido Proibido de 2013, entre mais um par de trabalhos.
Para animar o resto da noite, Nuno Rodrigues, vocalista dos W.A.K.O. e Pântano, toma conta da cabine de som em modo DJ Set.
terça-feira, maio 28, 2019
sábado, maio 25, 2019
Antevisão/Destaques: Programa 419
1ª parte:
2ª parte:
Three Imaginary Boys faz por estes dias 40 anos. O álbum de estreia de uma das mais importantes bandas de rock saídas do Reino Unido pode não ser o primeiro que nos vem à cabeça quando falamos nos Cure, mas é um registo singular. O grupo começou oficialmente em 1976, mas, nos anos antes, já haviam sinais de que uma nova banda estava para nascer. Começaram como Malice; viraram Easy Cure; praticavam um punk guiado por Buzzcocks ou Beatles; viraram as atenções para o post-punk; e, entre várias mexidas de membros na formação, só estabilizaram - nesta época - quando Robert Smith assumiu a posição de vocalista (a juntar à de guitarrista) e quando viram um trio composto ainda por Michael Dempsey no baixo e Lol Tolhurst na bateria. Killing An Arab, o seu primeiro single de 1978, fora rejeitado pela sua primeira editora, mas é a Polydor (através da Fiction) que põe finalmente a música da banda na rua. Resultado: sucesso e controvérsia em doses suficientes para que os Cure fossem falados. Three Imaginary Boys, que saiu alguns meses mais tarde, não gozou da mesma popularidade, mas recebeu por parte da crítica os aplausos e as palavras certas para se perceber que estávamos perante um som diferente (e refrescante) que mostrava espírito post-punk de então. É certo que nos anos '80 dos Cure foram gigantes, mas é aqui que está a base de tudo. E não há como escapar a temas como "Accuracy", "10:15 Saturday Night", "Grinding Halt" ou "Fire In Cairo".
CM
Sejamos sinceros, o álbum de estreia dos Santana está destinado a ser um sucesso. A 16 de Agosto de 1969 o grupo deu um concerto épico, num festival épico, onde mais de 400 000 pessoas deram corpo à maior celebração da contra-cultura hippie: o Woodstock. Tocando ao início da tarde, inseridos num cartaz recheado de nomes gigante da cena musical, os Santana conseguiram sobressair. Os ritmos africanos e a sensibilidade latina, que imprimiam no seu rock psicadélico, chamaram a atenção do público e, apenas 14 dias depois, chegava às lojas Santana - o tal álbum de estreia - para confirmar que as jams que ouviram ao vivo estavam também no disco. Guiado pela liberdade no momento da composição, o disco vendeu mais de dois milhões de cópias e as palavras pouco simpáticas dos críticos musicais pouca mossa fizeram na reputação da banda de Carlos Santana. Santana, este trabalho que comemora este ano meio século de vida, acabou por ser "apenas" um começo feliz de uma carreira que traria sucessos ainda maiores.
AB
quinta-feira, maio 23, 2019
Colecção RA: The Cure - "Three Imaginary Boys" (1979) & Santana - "Santana" (1969)
1ª parte:
2ª parte:
Três rapazes imaginários
The Cure
40 anos, pode dizer-se, é uma vida! É este o número redondo que este ano se celebra sob o álbum de estreia dos Cure. A banda de Inglaterra nasceu em 1976, embora três anos antes já tivesse mostrado os seus dotes musicais - como em muitos outros casos - na escola. O grupo de Robert Smith lançou a 8 de Maio de 1979 o seu primeiro longa-duração e, a bem da verdade, este nunca foi um sucesso de vendas. No entanto, virou clássico, como contaremos este Domingo no Ruído Alternativo. Para além disso, temos à porta um concerto da banda, no dia 11 de Julho, no NOS Alive, em Oeiras... Tudo motivos para conhecer como tudo começou com "a cura".
CM
2ª parte:
Latin'América
Em pleno apogeu do rock psicadélico, era suposto uma banda como os Santana conhecer rapidamente o sabor do sucesso. Não foi bem assim: as influências notórias da música latina fizeram muito boa gente torcer o nariz, incluindo o carismático Chet Helms que terá mesmo recomendado que Carlos Santana continuasse a lavar pratos - o trabalho diurno do guitarrista por volta de 1967. Os próprios críticos de música revelaram, na altura, dificuldade em compreender o som do primeiro álbum da banda: «uma barulheira», diziam uns, «música desprovida de nexo», garantiam outros. Praticamente meio século depois da edição de Santana, o álbum, sabemos que este rock latino chegou onde mais interessava: ao grande público. Tornou-se uma imagens de marca da contra-cultura hippie que recordamos, em detalhe, na próxima emissão.
AB
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
quarta-feira, maio 22, 2019
Podcast: Pântano Em Discurso Alternativo
Dados:
- Discurso Alternativo: Pântano
- Entrevista gravada a 26 de Abril de 2019
- Incluída no Programa 418 de 19 de Maio de 2019
terça-feira, maio 21, 2019
sábado, maio 18, 2019
Antevisão/Destaques: Programa 418
- Actualidade
- Pântano em Discurso Alternativo

Anarchicks | Drahla
Mr. Gallini | Weyes Blood
2ª parte:
3Teeth | Bokassa
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
sexta-feira, maio 17, 2019
Nota: Fernando e MSTF tocam amanhã no Barley's (Cartaxo)
O bar Barley's, no Cartaxo, recebe amanhã as bandas Fernando e MSTF, ambas vindas das Caldas da Rainha, numa noite que marca o regresso dos concertos a este espaço.
Os Fernando, banda que as Cartaxo Sessions trouxeram ao Ribatejo por duas vezes, lançaram há pouco mais de um ano o seu álbum de estreia, apropriadamente intitulado Fernando, um sucesso do canal do YouTube Stoned Meadow Of Doom que podem escutar em baixo.
Já os MSTF são um power-trio formado em 2016, que disponibilizou recentemente o seu EP de estreia Master System Trash Folder (para ouvir aqui), tendo ainda lançado o single Holy no ano passado.
O início dos concertos está marcado para as 22h30, com as portas do Barley's a abrirem uma hora antes e a entrada fixada nos 4 euros. Mais informações aqui.
Discurso Alternativo: Pântano
Depois de na semana passada termos passado no programa uma entrevista com os Desert Mammooth, estamos perto de trazer à antena a nossa conversa com os Pântano, saída da última noite de Cartaxo Sessions, que teve lugar no passado dia 26 de Abril.
Como sempre, o Ruído Alternativo marcou presença nesta sessão de regresso da associação cultural e registou as palavras das duas bandas em destaque. Este Domingo é então tempo de ouvirmos as palavras dos Pântano, minutos antes de terem subido a palco.
Os Pântano nasceram no ano passado no coração do Ribatejo, fundados por três músicos:
- Nuno Rodrigues (voz)
- Miguel Mateus (guitarra)
- Arlindo Cardoso (bateria)
A eles, nesta noite de Cartaxo Sessions, juntou-se o baixista Miguel Branco, músico que tem subido a palco com a banda regularmente. Connosco, os Pântano falaram do nascimento e primeiros passos deste projecto e sobre os passos que se seguem.
Até agora, o grupo deu a conhecer dois singles: Semi-Alma e Solitude, sendo que prometem mais novidades em breve.
Até agora, o grupo deu a conhecer dois singles: Semi-Alma e Solitude, sendo que prometem mais novidades em breve.
A conversa com os Pântano ouve-se no programa desta semana: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
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Esta entrevista estará disponível em podcast aqui no blog na próxima semana em Discurso Alternativo.
Podcast: Desert Mammooth Em Discurso Alternativo
Dados:
- Discurso Alternativo: Desert Mammooth
- Entrevista gravada a 26 de Abril de 2019
- Incluída no Programa 417 de 12 de Maio de 2019
quinta-feira, maio 16, 2019
sábado, maio 11, 2019
Antevisão/Destaques: Programa 417
Em destaque nesta emissão do Ruído Alternativo:
1ª parte:
2ª parte:
1ª parte:
Quartoquarto | Palas
Electric Man | Kiltër
2ª parte:
The Grind Fever | Onysus
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
sexta-feira, maio 10, 2019
Discurso Alternativo: Desert Mammooth
A 26 de Abril, os Desert Mammooth encerram a noite das Cartaxo Sessions que não aconteciam desde Dezembro. Um regresso saudoso destas sessões que teve ainda a actuação dos Pântano.
Como sempre, o Ruído Alternativo marcou presença e registou as palavras das duas bandas em destaque. Este Domingo é tempo de ouvirmos o que foi conversado com os Desert Mammooth, antes de terem subido a palco.
Os Desert Mammooth nasceram em 2014, em Almada. A banda é actualmente composta por:
- Jaime Quental (guitarra)
- Daniel Torgal (bateria)
- Bernardo Esteves (baixo)
- Salazar Minibrute (sintetizadores)
A esta noite de Cartaxo Sessions faltou o baterista Daniel Torgal que, por problemas de saúde, foi substituído pelo técnico de som do grupo, e também músico, Marcos Sousa (dos Empty V, entre outros projectos). Ainda assim, os Desert Mammooth falaram connosco acerca do seu passado mais recente e sobre o que o futuro lhes reserva.
Na discografia da banda constam o EP de 2016, There's An Elephant In The Room, e ainda o single Random Constellations, lançado à cerca de um ano - sendo que os Desert Mammooth revelaram recentemente o lado B deste trabalho, Frog Jam.
Na discografia da banda constam o EP de 2016, There's An Elephant In The Room, e ainda o single Random Constellations, lançado à cerca de um ano - sendo que os Desert Mammooth revelaram recentemente o lado B deste trabalho, Frog Jam.
A conversa com os Desert Mammooth ouve-se no programa desta semana: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
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Esta entrevista estará disponível em podcast aqui no blog na próxima semana em Discurso Alternativo.
quarta-feira, maio 08, 2019
Emissão Especial: Nova Música Portuguesa (2019/6)
- Desert Mammooth (com entrevista)
- Desert'Smoke
- Electric Man
- Emerging Chaos
- Empty V
- Gator, The Alligator
- Handwrist
- Humanart
- Kiltër
- Lyfordeath
- M.E.D.O.
- Malcontent
- Morte Psíquica
- Mundo Cão
- Onysus
- Palas
- Quartoquarto
- Sacred Sin
- The Grind Fever
- The Loafing Heroes
- Vítor Bacalhau
segunda-feira, maio 06, 2019
sábado, maio 04, 2019
Antevisão/Destaques: Programa 416
1ª parte:
2ª parte:
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
Cate Le Bon | Capitão Fausto
Barry White Gone Wrong | The Mountain Goats
2ª parte:
Yawning Man | Rival Sons
Ruído Alternativo: Domingo, 22h-24h na Tejo FM (emissão online aqui).
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