sábado, junho 06, 2026

Podcast: Extra #33 - Marilyn Monroe, 100 Anos: 11 Canções Eléctricas (06-06-2026)

2026 é o ano do centenário sobre o nascimento de Marilyn Monroe, uma actriz que marcou os anos dourados de Hollywood. Norma Jeane, de seu nascimento, acabou por mudar mesmo o nome, transformando-se ainda no ícone que todos conhecemos, extravasando as fronteiras da terra dos sonhos enquanto símbolo de moda e diva para as gerações vindouras. Naturalmente, a música pop e rock não escapou ao lastro de sucesso da norte-americana, com o surgimento de músicas sobre si.

Neste primeiro Extra de Junho celebramos esse centenário com algumas músicas do universo rock que se debruçaram sobre a actriz (ou a mencionam) e juntamos ainda alguns temas que "samplam" frases de filmes de Monroe; trazendo ainda versões de músicas que esta celebrou no grande ecrã ou outras que, não sendo rock mas que são sobre Marilyn, aqui ganham espaço com covers que o são [rock]. Um ângulo que celebra 100 anos de Marilyn Monroe em 11 canções eléctricas.



sábado, maio 23, 2026

Obituário: DICK PARRY (1942-2026), saxofonista dos Pink Floyd

Morreu o saxofonista Dick Parry. O músico inglês tinha 83 anos, tendo falecido ontem, 22 de Maio, de causas ainda desconhecidas.

Dick Parry foi um músico de estúdio que ficou conhecido pela sua colaboração com os Pink Floyd. Temas como "Shine On You Crazy Diamond", "Wish You Were Here", "Us And Them" ou "Money” são alguns dos mais reconhecidos onde participou. Foi também teclista, tendo tocado piano no tema "Shine On You Crazy Diamond".

David Gilmour, dos Pink Floyd, já reagiu a esta morte, através das redes sociais, dizendo que "tocava com ele desde os meus 17 anos", com quem travou um longa amizade e com quem tocou na sua banda pré-Floyd, os Jokers Wild. Com os Pink Floyd, Parry tocou ainda ao vivo entre 1973 e 1977 e em 1994.

Destaque ainda pelas suas actuações ao vivo com: David Gilmour (em nome próprio), The Who e Violent Femmes.

sexta-feira, maio 22, 2026

Obituário: CARLOS GONÇALVES PEREIRA (1955-2026), vocalista dos Corpo Diplomático


Morreu Carlos Gonçalves Pereira. O vocalista dos históricos Corpo Diplomático tinha 71 anos, tendo sido encontrado morto na sua residência em Santa Luzia (Odemira), esta quinta-feira, 21 de Maio.

Carlos Gonçalves Pereira tinha como nome artístico Ultravioleta, militando numa das primeiras bandas de new wave portuguesas, os Corpo Diplomático, que em 1979 lançaram o single Festa e o importante álbum Música Moderna.

O artista foi também guitarrista, compositor e letrista, tendo ainda integrado os Casino Twist (que deixaram um tema, "Corpos A Compasso", numa compilação de 1984, Ao Vivo No Rock Rendez Vous). Fez ainda parte dos Barbarella.

O músico viveu ainda nos Estados Unidos da América, tendo voltado a gravar em 2002 com os Raindogs, no álbum Life After Vegas. Mais recentemente, liderou os The Offshores, com álbum editado em 2010, The Spellbound Drift.

quarta-feira, maio 20, 2026

Obituário: IKE WILLIS (1955-2026), vocalista e guitarrista de Frank Zappa


Morreu no passado sábado, dia 17 de Maio, Ike Willis, músico norte-americano, aos 70 anos de idade. Os relatos na imprensa apontam para um cancro na próstata como causa da morte, embora a família tenha optado por não revelar a causa. A doença, recorde-se, fora a causa de morte do próprio Frank Zappa, em 1993.

Willis nasceu na cidade de St. Louis em 1955, tendo começado a tocar guitarra aos 8 anos. Ao longo da sua adolescência, tomaria contacto com a música de Zappa, algo que viria a ser determinante para o seu futuro.

Em 1977, enquanto estudava ciência política, mantinha o hobbie da música e acabaria por conhecer o ídolo nesse mesmo ano. Frank Zappa perguntou-lhe se conhecia alguma das suas músicas e terá ficado convencido com as qualidades de guitarrista de Ike Willis, prometendo-lhe uma audição quando concluísse os estudos.

Acabaria por entrar na banda de Frank Zappa pela porta grande, já que este lhe reservou o lugar de personagem principal da sua opera rock Joe's Garage. Willis é a voz do próprio Joe e acabaria por trabalhar com Zappa até à morte do último, participando em cerca de uma dezena de discos de estúdio.

Após o desaparecimento do mestre, Ike Willis dedicou-se à sua própria carreira e, principalmente, a prestar tributo a Zappa pelo mundo inteiro.